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Sabemos que o comércio eletrônico brasileiro vem crescendo a cada dia que passa. Qualquer pesquisa que é divulgada sempre destaca este crescimento. Até aí não temos nenhuma novidade.

Recente pesquisa divulgada pelo IBOPE Media (10/jul/2013) revela que o número de pessoas com acesso à Internet no Brasil ultrapassou, pela primeira vez, a casa dos 100 milhões. Os dados referentes ao primeiro trimestre de 2013 indicam que o país tem 102,3 milhões de internautas. Até aqui nenhuma surpresa, certo?

Quando comparamos nosso e-commerce com o dos Estados Unidos fica nítido que o Brasil ainda tem muito espaço para crescer. No mercado americano a Internet representa cerca de 8% das vendas totais do varejo; no mercado brasileiro está em 3%.

Tudo isso não é novidade!

É neste momento que precisamos pensar e fazer apostas.

Mas qual o mercado que pode favorecer o comércio eletrônico brasileiro a continuar batendo os recordes? Minha aposta é o Mercado de Seguros Online.

Para a Internet, 44% das pessoas fazem uma pesquisa online antes de contratar um seguro.

Buscando referências e números em outros países sobre o e-commerce de produtos de seguros a Inglaterra demonstra uma evolução. Lá 50% das vendas de seguros são realizadas pela web. Aqui no Brasil a expectativa é chegarmos em 2016 com 10% das vendas de seguros sendo realizadas pela Internet.

Desafiador, não?!

Sabemos que o consumo de seguros pelos brasileiros vem se destacando e já aponta como um dos mercados que mais cresceram nos últimos anos.

Em recente pesquisa divulgada pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg) e Fundação Getúlio Vargas no Brasil, 16% da população possuem algum tipo de seguro.

O que também fica a favor do comércio eletrônico para este mercado é o surgimento do microsseguro, modalidade que tem como finalidade proporcionar cobertura indenizatória à população de baixa renda em caso de sinistro. Esta modalidade desponta como um dos maiores potenciais de crescimento.

Como destaque de microsseguros tem o auxílio funeral que teve um crescimento de 115%. O produto registrou R$ 26,8 milhões em volume de prêmios, de acordo com a FENAPREVI.

E quando falamos em acesso à Internet das classes D e E os números ainda são modestos, porém também estão em crescimento, surgindo assim um casamento próspero e de muitos frutos, não acha?

Como visionário e empreendedor deste “e-cossistema” enxergo uma excelente opção para aqueles que estão buscando apostas e novos mercados para ampliarem seus conhecimentos e negócios.

Esta análise foi a mesma que eu fiz para trocar o mercado imobiliário digital – que me ensinou muito e para mim é o mercado que desenvolve o digital no Brasil com excelentes cases – pelo o comércio eletrônico para o mercado financeiro e de seguros.

Quando faço esta análise levo em conta o espaço que terei para me desenvolver, o desafio que o mercado me proporcionará, contribuir com minha experiência e como abrir o caminho para os profissionais de e-business.

Lembro-me quando a categoria campeã de vendas online no Brasil era “Livros, Assinaturas de Revistas e Jornais”. E agora a que se destaca é “Moda e Acessórios” que nem aparecia entre as TOP 5. O mesmo podemos dizer da venda online de passagens e pacotes turísticos, do crescimento e venda de cursos online.

Em alguns anos, não tenho dúvidas que teremos a categoria de seguros online figurando entre as primeiras. Anotem isso!

Falando mais afundo sobre o mercado de seguros online o que temos é a atuação de diversas corretoras, porém as próprias seguradoras ainda atuam de forma modesta.

Se nos basearmos no ranking das seguradoras por prêmio, em abril/13, temos as TOP5:

1-) Grupo BB/MAPFRE (20,21%);
2-) Grupo Bradesco (15,93%);
3-) Grupo ITAÚ (14,84%);
4-) Zurich Santander Brasil Seg. e Prev. (9,69%);
5-) Grupo Caixa Seguros(5,85%);

Deste ranking temos apenas uma seguradora que possui uma loja virtual dos seus produtos.

O mercado dará um “boom” quando as próprias seguradoras investirem no e-commerce e criarem suas próprias lojas virtuais. Nas devidas proporções acontecerá como já vimos no mercado imobiliário, onde as próprias incorporadoras investem pesado no digital, tanto em estratégias, criando departamentos específicos e contratando profissionais que entendam de marketing digital.

E se investem é porque tem retorno! Posso dizer isso com conhecimento de causa.

Não pensem que este investimento é só em mídia. O investimento no online também é pesado para capacitar sua força de vendas.

Por outro lado conseguimos fazer do mercado de seguros digital um e-commerce de fato, vender via mobile e redes sociais é totalmente possível.

Já no imobiliário ainda não se vende um imóvel pela Internet. Para este setor a Internet é uma importante ferramenta de apresentação e convencimento, afinal não tenho onde passar o cartão ou imprimir o boleto, certo?

Mas tem um detalhe importantíssimo que ainda o mercado digital de seguros esta a uns passos atrás, trata-se da CULTURA DIGITAL. Antes de investir em mídia, em capacitar força de vendas utilizando a web, criar estratégias em redes sociais, precisa investir em capital humano especializado, criar departamentos específicos e acreditar!

Invistam em profissionais que entendam de e-commerce e marketing digital, criem áreas específicas de e-business e tenham a certeza que o resultado será positivo!

Façam suas apostas, pois os dados já foram lançados.
Abraços,
Gustavo Zobaran
@gustavozobaran

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Dando continuidade na minha peregrinação de catequizador, recentemente promovi um bate papo em Brasília cujo tema principal era: “Como é o seu convívio neste e-cossistema”. Com a intenção de provocar a plateia resolvi começar com um slide mostrando uma frase incompleta que dizia:

“A Internet é o…”

Junto desta frase surgia uma imagem de um lindo bebê com um macacão com os dizeres: “I’m Alexandria. Friend me on Facebook”.

A intenção de provocar o público foi positiva, pois acredito que muitos completaram com a palavra futuro.

Era esse o gancho que eu precisava para dar continuidade na apresentação e que irei abordar aqui neste artigo.

Porém antes de falar de Internet é importante abordar um pouco sobre a avalanche de transformações que esta nos atropelando.

O lema da década de 2000 foi estratégia e para a década de 2010 a palavra chave é inovação.

Já andei citando em alguns artigos a interpretação que dou para a palavra inovação. Sou da teoria que inovar é diferente de melhorar. O assunto é complexo e totalmente passível de debate tornando a inovação um processo colaborativo.

A inovação impulsiona o crescimento, transformando o que já existe e criando o que inexistia.

Existe outra palavra que poucos abordam, mas que para mim é tão importante quanto a palavra inovar. Trata-se da palavra ruptura. A parceria entre elas precisa ser constante. Diria que precisam andar de mãos dadas!

A ruptura é um processo que, quando executado, deixa de ser uma ameaça e se transforma em oportunidades. É ir além das suas competências centrais, abraçar a inovação dos modelos de negócios e administrar de forma diferente o velho e o novo.

Entendendo que é incorporando a inovação que conseguiremos trabalhar melhor os projetos que tem a Internet como seu núcleo central.

Temos hoje no Brasil cerca de 83 milhões de internautas. Um número que vem crescendo exponencialmente, porém nem tudo são flores.

Uma pesquisa divulgada pela Fundação Getúlio Vargas, no primeiro semestre de 2012, aponta o Brasil no 63º lugar entre os 154 países mapeados com acesso à Internet em casa. Temos somente cerca de 46% de internautas com acesso a banda larga e, pasmem, de cada 10 usuários 1 faz uso do acesso discado, segundo esta pesquisa da FGV.

É isso mesmo que acabou de ler! Ainda temos gente acessando Internet via conexão discada!

Esta mesma pesquisa apontou que o Distrito Federal é a unidade da Federação com mais acesso à Internet nos domicílio. O DF tem 58,6% das residências com Internet, ficou a frente de São Paulo (48,25%), do Rio de Janeiro (43,95%) e de Santa Catarina (41,6%).

É fundamental que o governo encare como prioridade e acelere o Plano Nacional de Banda Larga. Será através dele que estes números alcançarão patamares melhores.

Outro fator que merece destaque para a Internet é o acesso mobile.

Já é fato que somos um país louco por mobile. São cerca de 27 milhões de smartphones, a venda de tablets mais que triplicou entre janeiro e agosto de 2012 e que 2,6 milhões de tablets serão vendidos no Brasil até o fim deste ano, segundo levantamento da consultoria GfK.

Atualmente, possuímos cerca de 252 milhões de linhas de celular. O Distrito Federal, que é o líder em quantidade de linhas por morador, apresenta 2,21 linhas por morador.

Se formos estudar o comportamento semanal de acesso à Internet de usuários acessando a internet de “desktop X mobile” e traçar dois gráficos, sendo um para o uso do desktop e outro para o mobile, enxergaremos que o mobile tem o seu acesso muito mais constante com destaque de picos aos finais de semana. Já o desktop é marcado por picos e vales bem acentuados. Os picos são as segundas e terças, enquanto aos finais de semana apresenta uma redução significativa.

Se você achou que isso parece ser um pouco óbvio, concordo contigo e adianto que você deve trabalhar na área ou ser um conhecedor e por isso também saberá que esta não é a realidade e conto contigo para ser um catequizador deste “e-cossistema”.

Já para o mercado de trabalho aproveito a oportunidade para responder aos que me perguntam quais as áreas que merecem uma atenção de destaque na Internet e qual o mercado que apostaria.

Aí vai a minha resposta:

Mercado Imobiliário – o marketing digital imobiliário é uma área que a cada ano vem se destacando pela sua evolução e atuação com a Internet. É só reparar que os principais cases de marketing digital são realizados pelo mercado imobiliário. Já conta com excelentes profissionais, porém ainda tem muito espaço para crescer.

Mercado de Educação – o brasileiro esta com sede de educação e consequentemente por qualificação. O mercado de eduacação a distância (EAD) tem um diferencial, pois orbita nas classes A, B e C. Desta forma aumenta a diversidade das estratégias e ações online.

Mercado de Seguro – o consumo de seguro e previdência pelos brasileiros se destaca e se torna um dos mercados que mais cresce no Brasil. Segundo a FenaPrevi, o mercado de seguros no Brasil deve crescer acima de 15% em 2012. Para a internet, 44% das pessoas fazem pesquisa online antes de contratar um seguro. Se analisarmos o que acontece no mundo, na Inglaterra 50% das vendas de seguro são realizadas via Internet. Para o Brasil a expectativa é chegar em 2016 com 10% das vendas de seguros sendo realizadas via web. Atenção especial para o mercado de seguros online que é muito promissor!

É importante que o Brasil capacite gestores que entendam todo este “e-cossistema”, que sejam multiplicadores deste processo de ruptura e inovação e busquem atuar criando e defendendo as melhores práticas.

E você o que acha?

Responda, é a sua vez.

“A Internet é o ….”

Abraços,

Gustavo Zobaran

@GustavoZobaran

 

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Estou envolvido em um projeto que me despertou para um mercado que anda a passos largos e casa muito bem com a Internet. Trata-se do Mercado de Luxo.

Durante minhas pesquisas para descobrir mais um pouco sobre este mundo, notei que associam muito o luxo a moda. Linkam o luxo com todas aquelas marcas famosas de roupas, bolsas, sapatos…na verdade o luxo é muito mais que moda! Em 2011 este mercado movimentou quase 12 bilhões de dólares, 33% mais que em 2010, segundo um estudo da consultoria MCF, especializada nesse mercado.

O luxo pode estar presente em diversos mercados além da moda, como na culinária, automobilístico, em viagens, náutico, imobiliário…

Primeiro, temos que entender o perfil das pessoas que consomem o luxo. Se falarmos somente da classe A, ela representa cerca de 4,5% do total da população do País, porém não podemos esquecer que temos pessoas da classe B que também consomem o luxo.

Entender seus hábitos é essencial para traçar estratégias para atraí-los. Para este público o preço pouco importa, ele gosta de exclusividade, exige atendimento personalizado e ações personificadas. Tenha atenção na abordagem e na linguagem utilizada.

Pensando no mercado imobiliário, é uma excelente área para explorarem estas ações. Temos hoje diversos empreendimentos que precisam ser tratados de forma diferente e suas estratégias pensadas para este perfil. Diversas incorporadoras criaram departamentos e equipes específicas pensando no segmento econômico, mas não vi nenhuma fortalecendo o segmento para o público do mercado de luxo. Será que não é necessário?

E como encontrar e se comunicar com este público? A resposta é: na Internet!

Hoje, temos cerca de 80 milhões de pessoas com acesso à Internet no País das quais 54% correspondem à classe AB, segundo o Media Book 2012, divulgado pelo IBOPE.

Este público consome muita tecnologia e conteúdo digital. Se utiliza cada vez mais da internet para buscar informações e se manter atualizado. Não é a toa que uma das redes sociais que mais utiliza é o Twitter, curte as marcas no Facebook, assiste vídeos no Youtube e utiliza também o Instagram.

Enfim, poderia ficar aqui falando muita coisa, casando o mercado de luxo com a internet, mas a minha intenção é que pense na infinidade de oportunidades que estão sendo criadas e não exploradas.

Toda vez que vou começar a escrever um artigo, penso no objetivo e qual a mensagem que quero deixar, pois bem, a deste artigo é fazer com que você abra seus olhos para esta parceria Luxo e Internet. Quem sabe não pode ser daí que venha a surgir seu novo negócio?!

São destas reflexões que surgem as oportunidades de explorar o inexplorado.

Abraços,

Gustavo Zobaran

@GustavoZobaran

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Que estamos passando por um momento de extrema competitividade entre empresas, serviços e profissionais não é novidade para ninguém.

Mas o que estão fazendo para buscarem a tal da vantagem competitiva é o que são elas.

Internet como ferramenta estratégica?

Meu post de hoje vai para aquelas empresas que não tem em seu DNA o gene da inovação, da ousadia e que não encaram a Internet como ferramenta estratégica para o seu negócio.

Atente-se, pois pode estar aí o diferencial! Qualquer detalhe, por menor que seja, pode representar o sucesso no final da história.

O que é inovação?

Primeira coisa importante é entendermos o que é a tal da inovação. Certa vez, ouvi de um diretor de novos projetos do Google uma frase bem interessante sobre inovação. Ele dizia que INOVAÇÃO é diferente de MELHORIA.

Essa frase tão singela me fez parar e pensar realmente o que é inovação e o que é melhoria. É fácil notar que pessoas e empresas quando dizem que estão inovando, na verdade, o que estão fazendo não passa de uma melhoria.

Foi então que comecei a comparar projetos que foram rotulados como inovadores e também resolvi analisar processos do meu dia a dia, bem como projetos que trabalhei para saber se a minha contribuição poderia ser chamada de inovação ou apenas uma benfeitoria.

Melhoria ou inovação?

Confesso que alguns projetos que achava que estava inovando, não passava de uma melhoria. Mas também foi prazeroso concluir que alguns projetos em que atuei foi inovação pura!

Não quero ser tendencioso e por isso convido você a refletir utilizando exemplos práticos do seu conhecimento para chegar a uma conclusão.

E então você pode estar aí se perguntando como eu faço para inovar.

É um exercício constante com minha equipe, estimulando a descobrir problemas, além de adotar a postura de deixa-las com liberdade para se arriscarem, deixando-as soltas e livres para se sentirem à vontade para pensar fora da caixa, pois aí elas conseguirão inovar.

Enfim, a inovação é algo que se dá de baixo para cima, de forma descentralizada, imprevisível e que exige uma administração diferenciada.

Internet como ferramenta estratégica

Outro fator que venho sempre batendo na tecla é que as companhias precisam encarar e incorporar a Internet como sendo um pilar estratégico para o negócio.

Para adquirir essa vantagem competitiva a empresa precisa ter profissionais qualificados, projetos consistentes e principalmente apoio de todo corpo executivo.

Já que o foco é gerar um maior valor para os acionistas, afirmo que a Internet é capacitada a exercer tal função, pois além de potencializar diversas áreas e projetos de uma empresa, ela estimula relações mais transparentes com seus diversos públicos.

Não podemos deixar que, dentro de uma companhia, a Internet seja só modismo, farra ou sempre invejando o que os outros fazem!

Bom, ao menos que queiram continuar contando com o serviço daquele sobrinho do diretor.

Abraços!

Gustavo Zobaran
@GustavoZobaran

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Dia desses, concedi uma entrevista para a Catho que me fez pensar bastante sobre o tema. A entrevista abordava a geração de emprego e o que o futuro poderá proporcionar para a área de e-commerce.

Antes de prosseguir com este artigo, gostaria de defender a utilização do termo “e-business” para falar das negociações realizadas por meios eletrônicos no sentido mais amplo da palavra e abrangendo um universo maior.

No meu entendimento, o e-commerce anda em conjunto com o e-business, mas é uma parte dele.

Agora, que já esta alinhado com meu pensamento vamos decorrer sobre o tema!

“COMO SERÁ O AMANHÃ? RESPONDA QUEM PUDER…”

Para chegarmos a alguma resposta para esta pergunta, nada melhor que analisarmos o “e-cossistema” que habitamos.

Já é de conhecimento de todos o movimento que o Brasil vem passando em relação à ascensão das classes sociais. São classes mais pobres que subiram para o patamar de “média”.

A “nova classe C” brasileira já corresponde a aproximadamente 54% da população e é responsável por movimentar cerca de R$ 1,03 trilhão por ano. 45% da classe C tem acesso à internet e 50% faz este acesso via banda larga.

Outro fator relevante para o aumento do acesso a internet foi a queda no preço dos computadores, aumento na venda de smartphones com acesso a web e maior consumo da banda larga.

Alguns outros fatores que também contribuem é o aumento do poder aquisitivo da população, o crescimento do emprego formal e do acesso ao crédito.

Segundo o IBOPE Nielsen Online, o total de brasileiros com acesso em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, escolas, lan houeses ou outros locais) foi de 78,5 milhões de pessoas no terceiro trimestre de 2011.  O tempo de uso do computador foi de aproximadamente 64 horas em janeiro de 2012. Um crescimento exponencial comparado aos outros períodos.

E para finalizar a ilustração deste cenário, que para mim se torna um dos principais, soma-se o fator da população jovem, que já nasceu com a internet na veia, estar adquirindo poder de compra e se utilizará, cada vez mais, da web.

São diversos os produtos disponíveis para o consumo online. Eles vão desde os mais comuns como DVDs e livros, passando por passagens, cursos online (e-learning) e porque não um dia a venda de um imóvel 100% pela web?

Todos estes fatores são enxergados como positivos, não só para os consumidores de produtos via web, mas também para aqueles que pretendem utilizar dos negócios virtuais e fazer dele seu projeto de vida abrindo uma loja virtual.

Será que temos mão de obra suficiente de profissionais para fazer a gestão desta demanda?

Tomo a liberdade para afirmar que, hoje, a resposta é não!

É nítido que as oportunidades de emprego crescem a uma velocidade muito maior quando comparado a capacitação de profissionais para ocupar estas vagas.

Gosto sempre de frisar que quem pretende entrar para esta área se capacite e esteja preparado, pois o futuro é hoje.

Lembro-me que quando comecei a trabalhar com e-business, lá se vão 13 anos, não pude contar com literatura específica e cursos. Era completamente diferente do que temos hoje. Muito do que eu fazia era feito na base do empirismo.

O crescimento é fato! O que precisamos lutar é para acelerar as políticas públicas e regulatórias que regem o nosso mercado, sempre focado no objetivo que ele cresça fortalecido e de forma sustentável.

Toda vez que sou convidado ou tenho qualquer oportunidade para falar de e-business, faço questão de dar minha contribuição, pois cabe a nós, profissionais já atuantes, o dever de contribuir com nossas opiniões e experiências para este crescimento.

Acredite neste segmento e me ajudarão a responder:

“COMO SERÁ O AMANHÃ?”.

Conto com você!

Abraços,

Gustavo Zobaran

@GustavoZobaran

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Venho acompanhando de perto a criação de estratégias e campanhas para o lançamento de produtos e o que vem me chamando a atenção é uma importante mudança na forma que estão conduzindo.

Alguns podem encarar como um assunto polêmico e muitos podem não concordar, mas as ESTRATÉGIAS DE SUCESSO ESTÃO NASCENDO DO DIGITAL!

Já pararam para pensar nisso?!

Em um passado, nem tão distante, as estratégias eram totalmente criadas e voltadas para o mundo offline, e o online, quando tinha, era encarado como um potencializador desta ação “off”.

Hoje em dia é muito comum ver em reuniões de briefing o digital marcando presença de forma atuante, conduzindo e amparando uma campanha vencedora.

Quem não se lembra que os comerciais veiculados na TV era o mesmo que ia para o YouTube.

E agora como é? Existe um para a TV e outro para o Youtube.

Quantos anúncios você vê nas revistas que seu conteúdo tem apenas intenção de ser apenas o motivador para te levar a algum site ou rede social? Diria que quase todos!

Realmente o online consegue assumir o papel de um “hub” centralizando e proporcionando interatividade, mobilidade e agilidade nas ações.

Vou deixar bem claro que sou um defensor da sinergia entre o online, offline e promocional.

Conseguindo azeitar estes três pilares o tiro é certeiro!

Sempre que tenho oportunidade procuro deixar isto bem claro em meus artigos e palestras.

Não é a minha intenção provocar guerrinhas entre as áreas, minha intenção com este artigo é chamar a atenção para esta importante mudança que estamos passando e também alertar as empresas e os profissionais.

Confesso que toda esta mudança não me deixa surpreso, pelo contrário, passa a ser apenas uma constatação do que venho acompanhando.

E qual é a sua percepção?

Abraços,

Gustavo Zobaran

@gustavozobaran

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Fim de ano é excelente para fazermos análises de tudo o que foi feito durante o ano e também ter o reconhecimento do que não foi feito, replanejar e ajustar seu “Plano de Voo” para 2012.

Antes de falar do marketing digital imobiliário é importante ver o marketing digital como um todo.

O marketing digital, no Brasil, em 2011, teve resultados excelentes e expressivos.

Segundo o E-bit, no comércio eletrônico atingimos, apenas no primeiro semestre de 2011, 4 milhões de novos compradores online atingindo 27,4 milhões de e-consumidores. Sem falar no índice de confiança que chegou em 86,9%.

Já a IAB projeta para 2011 uma fatia de 10%, sobre o total do bolo publicitário, vindo do mercado digital.

E o IBOPE Nielsen divulgou que temos 77,8 milhões de pessoas com acesso à internet no segundo trimestre de 2011 e o tempo de uso de uma pessoa, com computador conectado a web, chegou a 69 horas em agosto/11.

Com um cenário positivo e em franco crescimento não poderia ser diferente o que aconteceu com o marketing digital imobiliário.

É uma área que esta com seu alicerce totalmente consolidado e continuando a subir novos degraus e construir novos andares.

Quando o assunto é lançamentos e vendas, o ano de 2011 foi difícil para diversas incorporadoras. Porém na contra mão veio o marketing digital imobiliário que foi encarado como sendo uma excelente escolha para um trabalho mais inteligente e certeiro na busca de seus clientes.

A internet passou a ser um pilar estratégico na definição da estratégia de um produto ou campanha.

Ficou nítido a evolução do marketing digital imobiliário quando comparamos 2010 com 2011.

O mercado imobiliário precisa de ações criativas e inovadoras. Sabemos o quanto, nós brasileiros, somos craques em ser criativos. Somando com o espaço que a internet propicia, resumiria que juntou a “fome com a vontade de comer”.

Acompanhei diversas ações durante este ano que seriam dignas de ganhar prêmio.

Ações que exploravam cidades e bairros utilizando a web como estratégia principal.

Ações totalmente colaborativas que necessitavam de interação do usuário para chegar ao resultado final.

E quando falamos em relacionamento com os clientes não resta e menor dúvida que as redes e mídias sociais se consolidaram como importantes ferramentas de interação. Falo de reclamações, respostas, elogios, envio de sugestões…

Finalizo minha análise destacando e parabenizando as diversas empresas do mercado imobiliário que se atentaram para a importância da criação de uma área voltada para o marketing digital.

Quer saber quais foram estas empresas?

É fácil!

Faça sua pesquisa e através da sua análise descobrirá quais foram estas empresas!

Que venha 2012…

Abraços

Gustavo Zobaran

@gustavozobaran

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Venho acompanhando como as agências de publicidade e marketing estão se modificando e se estruturando para poder amparar seus clientes no ambiente online.

Foco On-line

Recentemente estive em algumas das principais agências digitais do Brasil e gostei muito do que encontrei. Estrutura, organização, mão de obra qualificada e FOCO NO ONLINE!

Acredito que estes fatores são extremamente importantes para a sinergia da agência e cliente. Aquelas que simplesmente “abrem um braço digital” para garantir uma fatia deste bolo está fadada ao insucesso, corre o risco de se queimar e queimar o mercado.

Entendam que é uma visão de quem está do lado de lá do balcão!

Sabemos que toda ação online toma uma proporção e viralidade muito mais rápida. A velocidade é diferente! Parece redundante o que disse agora, mas tem gente que ainda não enxerga desta forma.
De uma forma simples e direta, toda ação online seja um concurso cultural ou uma ação de presença digital, precisa ter algumas coisas que são importantes, como:

– Estratégia
– Plano de Mídia
– Parceria com o Offline
– Parceria com o Promocional

Sempre costumo fortalecer que a presença do offline e do promocional potencializam as ações digitais.E nunca se esqueça que a somatória disso ainda precisa ser multiplicada pela velocidade! Ah, e a velocidade ao quadrado…cubo….

Estive palestrando em um importante evento que aconteceu sobre o mercado imobiliário e, na oportunidade, fui convidado para presidir também o painel sobre Plano de Mídia.

Interação

Foi muito interessante ter notado que a maioria está começando a entender e procurar profissionais para integrarem seu corpo de colaboradores com o foco no online.

Pelo fato de o tema ainda ser de pouco conhecimento da maioria o painel se tornou um grande bate papo e troca de experiências! O Plano de Mídia Online é um quesito complexo e precisa ser elaborado por quem entenda muito do mercado onde irá realizar a ação.

É uma visão muito mais global! Nosso país tem extensões continentais e com diversas particularidades e costumes. Não adianta achar que a mesma linguagem que utilizou para o público do sul servirá para o público do sudeste, pois até entre os próprios estados da mesma região tem diferença.

Isto serve também para os veículos, pois nem sempre o que bomba em SP é o mesmo que bomba no DF e nem a mesma linguagem de uma peça offline será a melhor opção para uma online.

Um exemplo simples é do segmento imobiliário, pois tem regiões que utilizam dormitórios e outras quartos!

Vai você trocar a forma que se utiliza…é perder a credibilidade com o usuário!

Se sua agência digital não está atenta a isso, você poderá investir em um plano de mídia online sem consistência e objetividade.As agências digitais precisam entender que seu papel neste processo todo é de extrema importância.

Elas precisam ter sempre em mente que no mercado online ainda os indicadores estão se fortalecendo, ganhando consistência e é de pouco conhecimento por parte de quem contrata uma agência digital.

Proponham estratégias, planos de mídia, parcerias,…
Mas sejam também “CATEQUIZADORAS”!

Abraços,
Gustavo Zobaran
@gustavozobaran

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